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Revolução do Smartphone

 

Dia 21 de abril será comemorado como a Revolução do Smartphone, simplesmente por que:

65% das empresas brasileiras sumirão dos resultados do Google

Já nessa próxima terça-feira, 21 de abril, a web passará por uma grande revolução. Isso acontecerá graças à maneira como o Google elencará o seu sistema de busca. Identificando que cerca de 80% das buscas por serviços locais são feitas a partir de celulares, o Google irá desconsiderar dos seus resultados sites que não sejam ‘amigáveis’ a plataforma mobile.

Isso significa que a roleta deve girar desfavoravelmente para boa parte  das empresas que se sentem confortáveis com o número de acessos ao seus sites (as mais recentes pesquisas indicam que somente 35% delas tem versão mobile para seus sites). Elas podem realmente deixar de existir aos olhos do Google, e a médio e longo prazo deixar de existir aos olhos de possíveis clientes.

O que fazer?

O termo ‘mobile-friendly’ já é bem conhecido no mercado externo e existem algumas empresas de destaque oferecendo soluções para as novas exigências no sistema de buscas Google: a Wix é bem conhecida dos usuários do Facebook por ter investido maciçamente em publicidade nos últimos tempos. Ela oferece gratuitamente ferramentas para que os próprios usuários criem seu site, porém, bastante limitada, deixando a cargo dos clientes boa parte da criação e formação da identidade visual; a SquareSpace oferece os mesmos serviços, com o número de temas bem mais restritos, a 8 dólares mensais – o detalhe é que não tem suporte em português; a Qards é outra das estrangeiras que prometem soluções nessa área e conta com planos que vão desde 99 dólares a 199 dólares dependendo da quantidade de sites envolvidos; a única brasileira na lista, a Nanosite, é a que oferece um serviço de criação de site para celular mais completo para aqueles que não tem muita familiaridade com os bastidores da web e preferem contar com apoio profissional para o desenvolvimento do seu site. A partir de 99 reais mensais, os clientes contam com especialistas em design e usabilidade que criam (em até 3 dias úteis) a solução de forma individual para cada cliente – vantagem de não parecer um site feito pelo sobrinho. A empresa ainda garante experiências otimizadas de uso, o que atribui fácil desempenho até para os mais inexperientes internautas.

Cada uma delas têm suas vantagens, o que de fato mais vale destacar é que devemos todos ficar atentos às mudanças que ocorrerão a partir desta terça. E quem tiver dúvidas, basta fazer uma busca no seu smartphone ou tablet sobre serviços que normalmente levariam ao seu site. Se ele nem sequer surgir na lista do Google, é sinal de que já passou da hora de agir.

Referências:

http://googlewebmastercentral.blogspot.com.br/2015/02/finding-more-mobile-friendly-search.html

http://think.withgoogle.com/mobileplanet/pt-br/

http://www.1line.com.br/blog/mobile-marketing-blog/mobile-marketing/

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Problema com formulários do Adobe Muse hospedados na Locaweb

Atualização 16 de novembro de 2015: Não sei ao certo se a Adobe ou a Locaweb mudaram algo mas, desde agosto de 2015, os formulários estão funcionando normalmente. Escreva nos comentários se continuam tendo problemas.

Comecei a me aventurar com a última versão do Adobe Muse e tenho adorado a filosofia do aplicativo, ajudando e muito o desenvolvimento de sites e feedback positivos de clientes.

Mas nem tudo são flores. Se você está tendo problemas com disparo de e-mails a partir de formulários gerados no Muse e hospedados na Locaweb, é necessário configurar o form_process.php gerado pelo Muse, de acordo com as políticas da Locaweb.

Política da Locaweb

Segundo a Locaweb: “Para que a mensagem não seja bloqueada, é necessário colocar no campo from e no campo return-path um e-mail válido de seu domínio.”

Exemplo: o domínio transparentpixel.com.br só pode enviar e-mails com e-mail@transparentpixel.com.br. Mais informações no site da Locaweb. Além disso, é necessário preencher o cabeçalho completo, com campo from e return-path.

Como fazer

Após gerar os arquivos do site, procure pelo arquivo form_process.php no diretório /scripts.

Troque a linha:

$sent = @mail($to, $subject, $message, $headers);

por

$sent = mail($to, $subject, $message, $headers, "-r". "email@seusite.com.br");

Sempre que gerar os arquivos do site, é necessário atualizar essa linha.

Precisa também incluir o Return-Path mas, baseado em meus testes, funcionou sem essa configuração.

Usamos em 3 sites hospedados em Linux e funcionou.

Criarei um library de criação de formulários para Locaweb em um futuro próximo, facilitando a vida de todos.

Espero que ajude e comentem.

Trajetória profissional

Alguém me perguntou: qual foi a sua trajetória profissional? E respondi o seguinte:

Em 1998, com 12 anos de idade tinha feito minha primeira ilustração no Photoshop 4.0. Quando terminei, abri um sorriso e acabei me apaixonando em criar arte sem sujar os dedos. E nunca achei que daria para ganhar dinheiro com isso.

Comecei entregando panfletos de políticos e office-boy. Mas minha chance foi aos 17 anos, começando a trabalhar em uma lanhouse e conheci um ex-diretor de criação, o próprio dono da lanhouse.

Meu primeiro chefe, que foi um diretor de criação, tinha largado o emprego para montar a lanhouse dele e eu virei seu primeiro funcionário. Falei com ele que me interessava no assunto de design e ele compartilhou tudo o que sabia sobre design e o mercado. Ele me deu liberdade para sentar atrás do balcão de atendimento para desenvolver comunicações para a lanhouse em que eu trabalhava. Ele me disse que levava jeito. Comecei a praticar e acabei aprendendo muito, até atraia clientes e amigos da lan que gostavam também do assunto e todo mundo acabava aprendendo e discutindo junto. Passei a produzir comunicações para outras lanhouses e ganhar um troco a mais no mês. E o dinheiro não me importava pois estava aprendendo e vendo que era possível ganhar dinheiro com aquilo que mais gostava. Certos meses ganhava mais do que o salário da lanhouse. Até que um dia recebi minha primeira oportunidade para me ingressar oficialmente na área de design, como assistente de arte em uma agência web. Sem curso ou faculdade. Somente atrás de livros, estudos autodidata e muito relacionamento com quem entendia do assunto.

Fiz uma decisão imatura, tinha acabado de fazer meu 18º aniversário quando sofri pressão familiar para entrar em uma maldita sociedade que, anos depois, viria a se transformar em um problema quase permanente, com potencial de perdurar por décadas se não a vida toda, além da falência financeira de uma boa parte da família. Aprendi que família não confraterniza, compartilha.

Nesse meio tempo aprendi muito. Errei muito. Acertei muito. E aprendi uma importante frase que ajudou a formar minha personalidade: “Quando um é sensato, dois são felizes.” Infelizmente, desconheço o autor dessa incrível frase. Um dia vou emoldurá-la em um quadro, com uma incrível tipografia. Apesar de ser uma frase legal, o único problema é que o sensato normalmente sofre em silêncio quando está disposto a encontrar sensatez nas situações adversas e o equilíbrio é desigual pra quem buscou a sensatez primeiro. Acho que preciso influenciar-me por algo mais realista hehe.

Hoje, aos 24 anos, vendo e produzo comunicação. Já tive clientes da China e de Portugal e me sinto muito realizado profissionalmente. Muito mesmo. Pelo menos posso ter orgulho de alguma coisa nessa vida tão difícil. Essa mistura de empreendedor, administrador, contratante, fornecedor, diretor de arte e programador web é muito divertido.

Posso dizer que não tive nenhuma sorte pois minha trajetória começou cedo, com muito entusiasmo para aprender, errar e fazer dar certo. Mesmo com dificuldades, como falta de dinheiro e falência, acreditei no meu potencial e mergulhei de cabeça. Tive e tenho muito apoio. Apoio de quem acredita em mim. E esse apoio é essencial para que eu possa seguir em frente.

Tenho muito prazer no que faço e muita satisfação em conviver com amigos que fiz em função dessa trajetória honesta, determinada, com muitas noites em claro e muito suada. Mas com muito orgulho, principalmente pelo feedback de quem contrata.

Se você não conhece meu trabalho, acesse: http://www.sastudio.com.br

Passado que responde

Atualizado em 15 de janeiro de 2013 com a prometida galeria hehe

Descobri que visitando meu passado pude encontrar respostas para as minhas dúvidas de hoje. E as respostas foi encontrada nas ilustrações que fazia quando tinha uns 12 ou 13 anos, com um mouse e na época era o Photoshop 4. Acabou que foi muito divertido ver minhas ilustrações antigas. Algumas delas fez lembrar momentos como quando meu irmão mais velho pegou eu no flagra mexendo no computador dele. Ele ficava realmente bravo! Mas ele esqueceu que qualquer irmão mais novo vem equipado com um escudo protetor, que era ativado ao falar as palavras mágicas “vou chamar a mãe!”. 🙂

Hoje caiu a ficha que o tempo passa rápido e que meu passado não foi esquecido graças as lembranças que guardei. É muito gostoso ter aquele momento revisitado, depois que olhei para algo que estava escondido há anos. No caso de algumas dessas lembranças, estavam ilustrações em um .zip criptografado e com uma maldita senha (o que me faz perguntar: o deu em mim para colocar uma senha naquele tempo? só pra dizer isso hoje, talvez…) que não lembro mais(!) – mas nada que um brute force qualquer não possa quebrar esta senha.

Nem faz tanto tempo assim. Meu primeiro contato com computador foi aos 6 anos de idade, em um MSX Hotbit (Gradiente?), que ora estava ligado em uma TV CRT, ora em um monitor de fósforo verde. Ah! Adivinha de quem era esse MSX?

Dei valor para essas ilustrações que, sem eu pedir, retornaram boas lembranças. Entendi que o conjunto delas formam meu alicerce. A pessoa que sou. Pensei: minha história está escrito em alguns desses pixels.

Andei revendo alguns trabalhos que ficaram no passado mas que ainda gosto muito. De verdade. Acho que em algum momento eram até melhores dos que são feitos hoje em dia. Vai ver que a imaginação de criança não tem limites. Era a diversão de uma criança com 13 anos de idade, no Photoshop 4.0, com uma ponta de emoção por estar mexendo em algo que não é seu.

Veja algumas doideras que fiz quando era apenas um pivete.

Aceitar a experiência

Lost
Imagem do site http://cinealex.files.wordpress.com

Namastê pessoal,

A experiência de Lost foi maravilhosa, assim como a nossa vida é: uma experiência, que tem começo, meio e fim. Aceitar essa experiência é que nos deixa perdidos, criando mil e um idiomas, crenças, perguntas, fantasias, histórias, até que um dia somos socorridos pelo inevitável que é aceitar de que tudo tem um fim. O “trunfo” da humanidade, em função da nossa natureza que é sonhar, perguntar, descobrir e responder, é o conhecimento científico que fica eternizado para as próximas gerações, tornando do ser humano uma raça cada vez mais inteligente. Isso enquanto esta experiência ser permitida: a nossa vida.

Respire fundo e carpe diem.

Cada um no seu quadrado

quadrado-thumb

Faz tempo que não posto nada desde que comecei a freelar. Acho que ultimamente estou muito no meu “quadrado”. Fora que, há uns meses atrás, apaguei uns comentários sem querer quando estava limpando os spams e não fiz backup do bd rsrsrs.

Nesta ilustração, comecei com algo infantil (nota-se pelas cores) mas pirei, bati com a cabeça no teclado, quis fazer tudo diferente, quebrando todas as regras. Achei muito maneira essa foto de dançarino no stockxpert para montar esta ilustração.

Clique aqui para ver a ilustração maior.

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A obra de Sergio Almeida é licenciado sob Creative Commons Atribuição 2.5 Brasil License.