Passado que responde

Atualizado em 15 de janeiro de 2013 com a prometida galeria hehe

Descobri que visitando meu passado pude encontrar respostas para as minhas dúvidas de hoje. E as respostas foi encontrada nas ilustrações que fazia quando tinha uns 12 ou 13 anos, com um mouse e na época era o Photoshop 4. Acabou que foi muito divertido ver minhas ilustrações antigas. Algumas delas fez lembrar momentos como quando meu irmão mais velho pegou eu no flagra mexendo no computador dele. Ele ficava realmente bravo! Mas ele esqueceu que qualquer irmão mais novo vem equipado com um escudo protetor, que era ativado ao falar as palavras mágicas “vou chamar a mãe!”. 🙂

Hoje caiu a ficha que o tempo passa rápido e que meu passado não foi esquecido graças as lembranças que guardei. É muito gostoso ter aquele momento revisitado, depois que olhei para algo que estava escondido há anos. No caso de algumas dessas lembranças, estavam ilustrações em um .zip criptografado e com uma maldita senha (o que me faz perguntar: o deu em mim para colocar uma senha naquele tempo? só pra dizer isso hoje, talvez…) que não lembro mais(!) – mas nada que um brute force qualquer não possa quebrar esta senha.

Nem faz tanto tempo assim. Meu primeiro contato com computador foi aos 6 anos de idade, em um MSX Hotbit (Gradiente?), que ora estava ligado em uma TV CRT, ora em um monitor de fósforo verde. Ah! Adivinha de quem era esse MSX?

Dei valor para essas ilustrações que, sem eu pedir, retornaram boas lembranças. Entendi que o conjunto delas formam meu alicerce. A pessoa que sou. Pensei: minha história está escrito em alguns desses pixels.

Andei revendo alguns trabalhos que ficaram no passado mas que ainda gosto muito. De verdade. Acho que em algum momento eram até melhores dos que são feitos hoje em dia. Vai ver que a imaginação de criança não tem limites. Era a diversão de uma criança com 13 anos de idade, no Photoshop 4.0, com uma ponta de emoção por estar mexendo em algo que não é seu.

Veja algumas doideras que fiz quando era apenas um pivete.

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